Rainha da Viradouro diz que religião não atrapalha samba

24 de fevereiro de 2009 • 04h58 • atualizado às 07h20
Juliane Almeida representou a personagem Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado, na Viradouro
Juliane Almeida representou a personagem Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado, na Viradouro
24 de fevereiro de 2009
Rudy Trindade/Futura Press

Laryssa Borges

Direto do Rio de Janeiro




A rainha da bateria da Unidos do Viradouro, Juliane Almeida, enfrentou críticas e disse que o fato de ser evangélica não a impede de desfilar na passarela do samba.

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A passista, que representa a personagem Gabriela, do romance Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, afirmou que o importante é que a rainha, responsável por animar os ritmistas, mostre alegria e simpatia na Marquês de Sapucaí. Ela substitui a atriz Juliana Paes no posto.

Freqüentadora da comunidade em Niterói desde os 16 anos, Juliane disse estar orgulhosa de sua fantasia, um microbiquíni de paetês dourados. "Acho que Jorge Amado iria gostar de ver a brejeirice da mulher baiana", opinou.

Conhecida pelas paradinhas da bateria, a Viradouro promete surpresas na passarela do samba, com uma homenagem ao Estado da Bahia. "A Viradouro sempre faz paradinhas e este ano não será difernete", contou Juliana.

A escola de Niterói irá mostrar na Sapucaí os pontos turísticos e a musicalidade do povo baiano, além da consciência ambiental do Estado, que recebeu o reconhecimento por utilizar cada vez mais energia limpa renovável.

Redação Terra
 
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